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quinta-feira, 15 de junho de 2017

1º Encontro Sul-Brasileiro de Geografia


1º Encontro Sul-Brasileiro de Geografia - "Mudanças Políticas e a Superação da Crise"

O 1º Encontro Sul-Brasileiro de Geografia – “Mudanças Políticas e a Superação da Crise”, é fruto de uma utopia coletiva que surgiu em meados dos anos 90, em conversas informais nos períodos de ócio criativo em várias conversas de confraternização durante e após os encontros da AGB (Associação dos Geógrafos Brasileiros). Num primeiro momento, surgiu com o formato que ora apresentamos. Todavia, em 2000, durante a realização do ENG (Encontro Nacional de Geógrafos), em Florianópolis, avançamos para um diagnóstico e avaliação da produção dos vários programas de Pós-Graduação do Sul do Brasil, um desvirtuamento da ideia original, que não vingou por questões burocráticas e carência de objetivos. Enfim, a ideia começou a ganhar corpo com a aproximação da AGB Curitiba e AGB Florianópolis, que em 2002 organizaram suas tradicionais semanas locais, já com a preocupação da realização do evento, fato que se concretizou com a convocação da 1ª RGC Regional Sul, em outubro de 2002, em Curitiba, durante o Encontro Local de Geografia, onde compareceram para reunião formal as seções de Curitiba, Florianópolis, Londrina e Porto Alegre.
A ideia força, semente profícua dessa realização, foi a vontade de fazer um diagnóstico da produção intelectual da Geografia do sul do Brasil, bem como mostrar a produção e a pesquisa que se faz em Geografia, além é claro de ser um pretexto para uma aproximação das várias Academias de Geografia, ou seja, mostrar a identidade sul-brasileira de Geografia. Outrossim, busca-se criar um espaço que propicie aos profissionais de Geografia expor suas posições teóricas e experiências concretas em sala de aula, bem como seu trabalho cotidiano em empresas públicas e privadas no que diz respeito à Geografia. Trata-se de um evento de abrangência nacional durante o qual os participantes estarão voltados ao tema geral do encontro. O evento ocorreu entre os dias 05 e 10 de outubro de 2003.

Os organizadores do Evento.



Relato 

Vasculhando materiais antigos da época da Graduação em Geografia na Universidade Tuiuti do Paraná, encontrei o CD dos Anais do 1º Encontro Sul-Brasileiro de Geografia. Evento que ocorreu na Universidade Tuiuti do Paraná com a presença de geógrafos do sul do país e de outras regiões, com destaque para os professores Armen Mamigonian, Ruy Moreira e o saudoso Prof. João José Bigarella. Na abertura do evento, início da noite de um domingo no Auditório do Centro Politécnico da UFPR, fiquei surpreendido com a frase de apresentação do Prof. João José Bigarella, o qual sempre de maneira muito simpática, se apresentou informando os seus 64 anos de experiência profissional. Profundo conhecimento em Geociências que tivemos a oportunidade de receber em outros momentos, em especial no 11º Encontro Paranaense de Estudantes de Geografia em São Miguel do Iguaçu, ocorrido em 2006, evento em que o Prof. Bigarella ministrou um minicurso sobre os processos morfológicos do terceiro planalto paranaense, o qual gentilmente cedeu as suas apresentações em ppt, as quais foram salvas no meu primeiro pendrive com fantásticos 256 mega de capacidade. 
A seguir, compartilho algumas fotos do 1º Encontro Sul-Brasileiro de Geografia salientando o crédito das fotografias aos organizadores do evento, com destaque para o Prof. Zeno Soares Crocetti, agebeano de coração. 
As fotos denunciam a passagem do tempo, época em que as primeiras câmeras digitais apareciam no mercado, os smartphones eram coisas futuristas, tempo em que usávamos disquetes com os seus incríveis 1,44 mega de capacidade de armanezamento e que vivíamos maravilhados no LabGeo da UTP. As fotos também denunciam uma época incrível onde jovens se reuniram em torno de um objetivo nobre: fazer um mundo melhor. 

Prof. Fernando Bonato




































Cursos de Química Industrial e Biomedicina da FACEAR visitam Cervejaria Artesanal


Alunos dos Cursos de Química Industrial e Biomedicina visitam o Processo Produtivo de Cervejaria Artesanal

No dia 27 de maio de 2017, os alunos dos Cursos de Química Industrial e Biomedicina da FACEAR, Campus Araucária, realizaram uma visita técnica na Cervejaria BodeBrown, situada em Curitiba - Paraná. A visita foi supervisionada pela Profa. Suzana Carstensen que leciona a disciplina de Processos Industriais Biotecnológicos para Química Industrial e Microbiologia Básica para Biomedicina. Nesta ocasião, os alunos foram recebidos pelo fundador da cervejaria, Samuel Cavalcanti, que contou a história do início da cervejaria em 2009, tendo sido uma das pioneiras no renascimento da cerveja artesanal do país, e hoje uma das cervejarias mais premiadas do Sul do Brasil. 
Após esta apresentação, os alunos foram levados para a fábrica atual que possui laboratório de análises, cozinha, sala de brasagem triblock e 15 tanques de fermentação. Sendo que na estrutura atual, são produzidos cerca de 56 tipos de cerveja. Neste espaço foi explicado como todo o processo é realizado e os alunos puderam alinhar os conhecimentos adquiridos em sala de aula. 
Os alunos também foram convidados a conhecerem a nova fábrica que está sendo montada, onde a meta é uma expansão para uma produção de 110 mil litros por mês. Também conheceram o estoque e o local do envelhecimento em barris de alguns dos produtos produzidos e a sala onde são compartilhados os conhecimentos sobre produção na cervejaria-escola.




Prof. Fernando Bonato, texto da Profa. Suzana Carstensen



domingo, 4 de junho de 2017

Competição de Desmonte de Aparelhos Eletrônicos – “Desmanche da Elétrica"

Iº Torneio de Dessolda de Componentes e Materiais Recicláveis de Placas de Computadores dos Cursos de Engenharia Elétrica e Engenharia de Produção da Facear, Campus Araucária
           
         Visando a integração dos alunos dos cursos de Engenharia Elétrica e Engenharia de Produção, a Coordenação realizou no dia 05 de maio de 2017, nos Laboratórios de Física do Campus Araucária, o primeiro torneio de dessolda de componentes e materiais recicláveis de placas de computadores.  Além da integração, o evento também foi uma oportunidade para troca de experiências, aprendizado e diversão. Embora fosse um ambiente descontraído, houve bastante competitividade entre as equipes que precisavam, com um ferro de solda, desmontar o maior número possível de componentes das placas dos computadores. De acordo com o grau de dificuldade de remoção da placa de computador, cada tipo de componente teve uma determinada pontuação, o que demandava, por parte das equipes, organização e estratégias para obter a maior pontuação possível em duas horas de competição.
         O evento foi uma experiência ímpar e muito gratificante para os alunos e professores partícipes. Os competidores apresentaram um desempenho muito além do esperado, aplicando satisfatoriamente habilidades desenvolvidas durante o curso.
         O aluno Rodrigo Leonel Pedroso, 8º período do curso de Engenharia de Produção, comentou: “Dentro da Engenharia de Produção, para igualar as chances, foi aplicado o conhecimento em melhorias de processos para otimizar o tempo de desmontagem dos componentes”.
        Para Sergio Luiz Colaço, aluno do 1º período do curso de Engenharia Elétrica, “É o momento que os alunos têm para interagir num ambiente descontraído e informal e também para exercitar os conhecimentos de Engenhara Elétrica”.
      Segundo Luiz Fernando Kocholik, aluno do 8º período do curso de Engenharia de Produção, no torneio os alunos aplicaram o conhecimento na prática e “brincando”, fixaram de uma forma mais fácil.
        Vanderlei Martins de Oliveira, aluno do 7º período de Engenharia Elétrica, comentou que o ambiente da competição foi amistoso e interativo entre as equipes e com troca de conhecimento. O torneio conseguiu equilibrar bem esses dois lados.
        Nas palavras do aluno Álvaro Muraroto Belon, aluno do 8º período de Engenharia de Produção, “Os alunos de Engenharia de Produção tiveram que usar conhecimentos típicos de produção para serem competitivos com o pessoal de elétrica”.
        Milton Mariano Xavier que cursa o 7º período de Engenharia Elétrica, disse que o torneio foi um incentivo legal, pois foi a primeira vez que houve uma oportunidade de participar de algo que não fosse a sala de aula e fosse informal. “Com certeza, a experiência será lembrada muito depois da faculdade”.
        Willians Akio Omura, calouro de Engenharia Elétrica, acredita que é um incentivo para quem está iniciando o curso.
        Os alunos do curso de Engenharia de Produção William Rico e Jean Carlo Soares tiveram um importante e fundamental engajamento na organização do torneio, assim como os alunos que atuaram como fiscais: Bruna A. Gomes, Maicon de Matos Boaventura, Joelma F. C. Silveira, Denilson da Silveira, Jhony Kaian Andrade, Alison O. Pereira, Marcio Lucio Cassol e Vitor Hugo Fernandes.
        O torneio também contou com a participação dos professores Alan Christian Krainski Ferrari, Ricardo Luiz Araújo, Fabiano Thomazi, Fernando Bonato e Eduardo Forbici que contribuíram de forma decisiva para o sucesso do evento como juízes e coordenadores da competição. O professor Alan Ferrari foi o idealizador do torneio, que promete ser uma constante nos próximos semestres.
        A Coordenação de Engenharia Elétrica e Engenharia de Produção agradece os professores e os alunos que colaboraram para a realização do evento, aos alunos competidores e também aqueles que prestigiaram o evento.
    Por fim, competições dessa natureza contribuem para a interdisciplinaridade dos conteúdos, além de aliar troca de experiências, descontração e oportunidade de interação entre os alunos. Parabéns a todos que tiveram a oportunidade de participar.





Prof. Fernando Bonato, texto de Prof. Eduardo Sudol Forbici.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Visita Técnica à CSN - Companhia Siderúrgica Nacional

Alunos do Curso de Química Industrial visitam a Companhia Siderúrgica Nacional
No dia 23 de maio de 2017, os alunos do Curso de Química Industrial da FACEAR, Campus Araucária, participaram de uma visita técnica na Companhia Siderúrgica Nacional – CSN, sob a supervisão do Prof. Antonio Donisete Fabian que leciona as disciplinas Instrumentação Química e Segurança e Química Inorgânica Aplicada.
A visita teve o seguinte roteiro:
Recepção na CSN: Engº Genésio (Aluno formado na FACEAR em 2010, Engº Rodrigo e Engº Mateus.
Etapa 1: Recepção na CSN, distribuição dos EPI´s aos alunos (óculos de proteção, capacete e protetores auriculares), encaminhamento ao Auditório e explanação (Vídeo Institucional) da empresa, mostrando as áreas de atuação e as fábricas no Brasil. O grupo foi dividido em três blocos.
Etapa 2: Iniciou-se na área de chegada das bobinas de aço oxidadas vindas de outras unidades da CSN, onde foram laminadas a quente, pesando cada uma 23 toneladas. Foi destacada a necessidade de andar pelo corredor azul em toda a visita, pois circulam pontes elevadiças e processos com altas temperaturas.
Etapa 3: Observado o processo de colocação das bobinas no processo de decapagem com ácido clorídrico – HCl – 120 g/L, e o processo de recuperação do ácido após a decapagem, onde são retirados o cloreto de ferro e o óxido de ferro, observado o controle da qualidade dos processos.
Etapa 4: Após a decapagem, as bobinas entram em um processo chamado de laminação a frio, onde a chapa é colocada na espessura pedida pelo cliente. Esse processo trabalha com espessura de 0,4 a 1,8 mm, conforme os pedidos de produção.
Etapa 5: A chapa vai para os processos de galvanização a fogo (zincagem) ou para o processo chamada de Galvalume. Na zincagem, a chapa é mergulhada em zinco fundido (temperatura de 500 ºC) e o excesso é retirado por facas pneumáticas – processo realizado com ar comprimido a altas pressões. A chapa é então resfriada durante o percurso na linha, onde foi observado o elevador da chapa com 30 metros de altura aproximadamente (processo necessário para o resfriamento da chapa antes de ser rebobinada). Conforme a demanda, parte da chapa vai para o processo chamado de Galvalume, onde a chapa é mergulhada numa mistura de Alumínio – 55%, Silício – 1,5% e Zinco 43,5% fundidos. A chapa passa pelo elevador e também é rebobinada conforme o pedido dos clientes.
Etapa 6: Após esses processos de tratamento superficial, a empresa também oferta chapas pintadas com diversas cores para os clientes da linha branca, automobilística, metalúrgicas, etc. Neste processo de pintura, há um conjunto de rolos revestidos de borracha de alta densidade, onde a tinta é coletada dos tanques por rotação e é como se fosse feita a impressão nas chapas. A pedido dos clientes, a chapa pode ser pintada de um só lado ou dos dois, conforme necessidade.
Etapa 7:  Fim da visita, reunião dos blocos em um local determinado, aberta a palavra para comentários e perguntas e após respondidas, foram feitos os agradecimentos em nome da FACEAR e ao bom atendimento prestado aos visitante.
Prof. Fernando Bonato, texto do Prof. Antonio Donisete Fabian.





segunda-feira, 15 de maio de 2017

Semana Acadêmica das Engenharias, FACEAR


Semana Acadêmica dos Cursos de Engenharia de Produção, Elétrica, Mecânica e CST em Mecatrônica Industrial
        Nos dias 02, 03 e 04 de maio de 2017, os alunos dos cursos de Engenharia de Produção, Elétrica, Mecânica e CST em Mecatrônica Industrial da FACEAR, Campus Araucária, participaram da Semana Acadêmica no intuito de promover experiências conjuntas entre profissionais ligados à inovação da produção industrial, geração de energia renovável e mercado de trabalho para a engenharia no Brasil.
          O evento contou com a presença de profissionais renomados do universo da indústria, com destaque para a Engenheira de Produção Nadia Covizzi que proporcionou ao corpo discente, um profundo conhecimento na área de gestão da produção industrial com ênfase no conceito da Indústria 4.0. Também participaram do evento, a Designer Aline Rebouças e o Engenheiro de Produção Thiago Campos, apresentando o universo da realidade virtual em projetos de peças e equipamentos mecânicos. Ainda no contexto da inovação tecnológica aplicada a projetos de engenharia, o aluno do Curso de Engenharia Mecânica, José Leandro Custódio, apresentou o potencial das novas tecnologias do software CATIA.
       O evento também contou com a participação do Engenheiro Eletricista Fabio Ari Sestrem, o qual apresentou um panorama do potencial de geração de energia fotovoltaica no Brasil com foco no Estado do Paraná.
       Em relação ao mercado de trabalho para o engenheiro, o evento contou com a participação dos engenheiros Johnny Michael Rodrigues e Luis Philipe Antonio de Moraes, apresentando as áreas de atuação da engenharia em empresas do setor energético. Ainda na seara do mercado de trabalho, o Engenheiro de Produção, egresso da FACEAR, proferiu uma palestra sobre o papel do engenheiro na sociedade e o contexto da regulamentação da profissão junto ao sistema CONFEA/CREA.
Prof. Fernando Bonato, Coordenador do Curso de Química Industrial e Coordenador Adjunto de Engenharia de Produção e Engenharia Elétrica da FACEAR.
















sábado, 13 de maio de 2017

Alunos dos Cursos de Química Industrial e Técnico em Química – PRONATEC, participam de Semana Acadêmica


Semana Acadêmica dos Cursos de Química Industrial e Técnico em Química - PRONATEC, FACEAR

Nos dias 10 e 11 de novembro de 2016, os alunos dos cursos de Química Industrial e Técnico em Química (PRONATEC), participaram da Semana Acadêmica no intuito de promover experiências conjuntas entre profissionais da indústria, corpo docente e discente.
O evento contou com a presença de profissionais renomados do universo da Química, com destaque para a Química Loreane Coltri que proporcionou aos alunos um profundo conhecimento na área de enzimas a partir dos seus 27 anos de vivência na Empresa Novozymes. Também participou do evento o Químico Ambiental Felipe Pires de Moraes do SENAI, o qual apresentou o seu amplo conhecimento sobre análise e tratamento de passivos ambientais.
O evento também contou com a participação do Prof. Antonio Donisete Fabian, professor da FACEAR, que desenvolveu um trabalho sobre Biocombustíveis em conjunto com alunos do Técnico em Química. Já a Profa. Vivian Cristina Spier, também docente da FACEAR, apresentou aos alunos o seu profundo conhecimento na análise da dinâmica de reações a partir do seu doutoramento desenvolvido em conjunto com a Universidade de Tulane (EUA) e Universidade Federal do Paraná.

Prof. Fernando Bonato, Coordenador dos Cursos de Química Industrial e Técnico em Química (PRONATEC)